
Uma ruela de pedra portuguesa, ladeada por muros de adobe, conduz o olhar até a igrejinha de torre pontiaguda encravada entre morros secos. O céu carrega nuvens negras sobre a serra, e fios elétricos cortam o ar em diagonal — a modernidade sobreposta ao casario colonial. Na parede à esquerda, uma imagem sacra; ao fundo, as cruzes brancas do cemitério. Entre a vida, a fé e a morte, a vila mineira persiste em silêncio. É andar pelas Minas.
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