
Noite de jogo num campo de várzea de luz precária. O jogador número 5, de uniforme branco com o brasão da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo de Itaipé, para no meio do gramado e leva o punho à boca. Os olhos semicerrados, o suor na pele, o corpo inteiro carregando o peso do momento. O grão da fotografia noturna dá textura quase tátil à cena. Aqui o futebol de várzea é ritual — emoção, pertencimento e comunidade reunidos num só gesto contido.
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