
Num campo gramado, sob céu claro e árvores ao fundo, uma menina de vestido xadrez e botas campeiras ergue com firmeza uma câmera de brinquedo, que lhe cobre todo o rosto. O gesto é sério, quase profissional. A ironia é precisa: ela fotografa quem a fotografa. No pescoço, o cordão escrito “CAMERA” aponta para a continuidade do olhar através das gerações — o instinto de registrar o mundo nascendo cedo, na pequena fotógrafa.
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