A câmera aponta para cima e encontra a torre de tijolos aparentes, pesada e imponente contra o céu nublado. Janelas em arco, vegetação brotando entre as pedras do topo, vidros quebrados aqui e ali. É a arquitetura de uma Minas que ergueu fábricas, cadeias e repartições no virar do século — estruturas de produção e de controle que o tempo foi esvaziando. O prédio resiste, envelhecido, guardando a memória do que um dia representou.